domingo, 22 de novembro de 2015

Vence o que te Vence

Cada um faz o seu, eu também faço o meu,
Cada canto uma glória que faz jus ao seu coração,
Cada ser há de ter o seu próprio apogeu,
Cada paço dado esconde uma nova lição.

Quem diz que é triste a peça, foi porque nunca viveu tão longe da festa e pra quem diz que a vida não presta dedico a seu tempo o requinte da memória que faz do ouro o passado e a fortuna da história que remonta o seu traçado, ainda mais digo que ao tempo se entrega suas vistas do futuro, que faz do sonho um presságio e da imaginação um sábio.

Sendo assim podes ter um momento pra perceber que nada na vida se faz pra se perder, que uma alma vivaz tem muito por merecer e a dor que aguenta um dia lamenta e acaba por esmorecer, logo nasce o triunfo, consagrado por chegar ao fundo e renascer, vencendo o temor que não sabe viver.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Entoa

Saudemos nossa terra,
Esfera dos dois lados,
Que por nós nos eleva,
Ou contra nós nos dá cabo.

Com respeito ao norte,
Sem ninguém maltratar,
Terás uma melhor sorte,
Daqueles que lhe procurar.

E quem enxerga no outro
A sua própria pessoa,
Terá uma vida de ouro,
Como timbre que ressoa.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Compreensão Espontânea

Diversos traços alegados por suas normas interagem com o cerne de nossa consciência ativamente, não é um exercício de criar a própria realidade que nos faz compreender o universo, mas o retiro silencioso que impede o congestionamento mental dando abertura para esta compreensão naturalmente, a mente que hesita mente, por isso a espontaneidade ser tão necessária neste fenômeno de clarificação mental. 

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Música do Mar



Eis que o mar eloquente e alegórico conquista em sua dança ao passo de seu próprio tempo e compasso a maestria de elaborar na vida uma orquestra de elevações impetuosamente empíricas e sublimes transições, retrata-se que tal dança revela por miríade ondas sonoras uma música síntese de eternos sonetos imemoriais. 

No topo de meu forte vindo do mistério da sorte observo da música que ressalta suas nuances exploráveis, as gaivotas que se enlaçam em seu encalço, os rochedos que recebem seus rastros espumados e o pescador solitário que aguarda em paciência seu traço certeiro de remessa desejada imersa nesta sinfonia. 

E então minha alma igualmente dança pela calma que este mar satisfaz, regozija-se ao ouvir mais uma vez tudo o que o tempo fez, ondulante, quase que saltitante, a encher meus olhos de contemplação.